Testemunho de uma Mãe com estudantes da Escola Sec. de Peniche-Exemplo de Boas Práticassegunda-feira, 13 de dezembro de 2010
fonte: Sandra Morato
Um testemunho de uma Mãe, para mostrar à sociedade que crianças com Necessidades Educativas Especiais não deixam de ser crianças e com uma vivência plenamente normal, dentro da normalidade possível.
Relatório da reunião com Lígia Rocha
No passado dia 2 de Dezembro de 2010, no âmbito da disciplina de Área de Projecto, cujo tema/problema do nosso grupo de trabalho aborda: “Crianças em risco e jovens com deficiência”, tivemos uma reunião com Lígia Rocha, que teve lugar na biblioteca da nossa escola, com intuito de nos falar um pouco sobre a sua experiência como mãe, do seu filho João de 11 anos, portador de uma deficiência motora.
A Lígia começou por nos contar que o João nasceu como um bebé aparentemente normal, sem que fosse detectada alguma anomalia durante a gravidez. Aos 6 meses de idade, a mãe detectou alguma irregularidade no João, porque quando o João estava deitado de barriga para baixo, não tinha força nos braços para se tentar levantar. Logo então, levou o seu filho ao pediatra, Dr. António Levy, que após o observar, disse á Lígia que o seu filho tinha uma deficiência motora, por isso que não se conseguia tentar levantar. Inicialmente deduziu-se que fosse da coluna, tese depois eliminada. Por via das dúvidas, recomendou-a que fosse ao Hospital Santa Maria nesse mesmo dia porque ele estaria lá de banco, para que assim a Lígia e o João pudessem entrar no serviço de urgência para fazer exames. Após a realização de vários exames e o diálogo entre os médicos chegou-se por fim á conclusão de que o João teria uma Miopatia Nemalinica, doença congénita rara ainda em estudo. A Miopatia Nemalinica é uma doença não progressiva, os ossos crescem mas os músculos não desenvolvem, os músculos têm a forma de “bastão” (estão todos desorganizados). O João conseguiu andar até aos 7 anos.
'EDUCA ANGOLA 2010' apresenta projectos inovadoresquinta-feira, 25 de novembro de 2010
fonte: ajudas.com
Na nota publicada na Brochura “EDUCA ANGOLA 2010”, o Ministro da Educação referiu que o evento tinha como objectivo estratégico “mostrar que os Sistemas de Educação e Formação são responsáveis pela formação dos actores que produzem bens e serviços úteis à manutenção do sistema social, através da sua reprodução e da sua inovação”.
Esta primeira edição da Feira “EDUCA ANGOLA”, inaugurada nas vésperas do 35º Aniversário da Independência de Angola, serviu também para a apresentação de projectos inovadores, com a utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação para enfrentar os enormes desafios de reconstrução e desenvolvimento do país, sendo de destacar os das seguintes instituições:
EDUCA ANGOLA 2010quinta-feira, 25 de novembro de 2010
fonte: ajudas.com
A primeira Feira “EDUCA ANGOLA” sobre “Educação, Formação, Qualificação Profissional e Emprego” realzou-se na Feira Internacional de Luanda, de 04 a 07 de Novembro de 2010, sob o lema “Pessoas, Processos e Produtos: O compromisso com a educação e formação de qualidade”.

A “EDUCA ANGOLA” foi uma feira de Amostras dos Sistemas Educativo e Formativo, de inciativa do Ministério da Educação em co-organização com:
• Ministério do Ensino Superior, Ciência e Tecnologia,
• Ministério da Administração Pública, Emprego e Segurança Social,
• Ministério das Telecomunicações e Tecnologias de Informação.
Cuidados Paliativos – O quê é e para quem?quarta-feira, 10 de novembro de 2010
fonte: Primus Care
Cuidados Paliativos.
RESUMO: Cuidados Paliativos referem-se então a um conjunto de conhecimentos que estão direccionados para o alívio do sofrimento dos indivíduos que experienciam uma situação grave de doença, sendo que englobam quer o próprio doente, quer os seus familiares e entes queridos que sofrem.
Recentemente, com o desenvolvimento de rede nacional de cuidados continuados integrados e com a divulgação, através dos meios de comunicação, dos aspectos relacionados com os Cuidados Paliativos, ainda existe uma grande falta de informação do público em relação a esta temática.
Afinal, o que são Cuidados Paliativos? Será que estão, sempre, relacionados inevitavelmente com a
Conselhos para uma Alimentação Saudávelquarta-feira, 10 de novembro de 2010
fonte: Primus Care
Hábitos de vida saudáveis.
RESUMO: Em Portugal, vivemos ainda muitos problemas relacionados com a adopção de comportamentos pouco saudáveis, sendo que as principais causas de morte no nosso país, dos foros cardiovascular e oncológico, se relacionam directamente com hábitos alimentares desadequados, hábitos de consumos e com o sedentarismo
Segundo estudos disponíveis na área da saúde, a adopção de estilos de vida saudáveis está directamente relacionada e implicada na vivência de uma vida de bem-estar, sem doenças e incapacidades.
Em Portugal, vivemos ainda muitos problemas relacionados com a adopção de comportamentos pouco saudáveis, sendo que as principais causas de morte no
Dia Internacional da Trissomia 21 – Síndrome de Down - Capacidade de Aprendizagemsábado, 20 de março de 2010
fonte: Sandra Morato
(Este artigo de opinião foi escrito pela autora e o
ajudas.com
regista-o como artigo pessoal e de opinião num espaço onde já temos muitos e valiosos contributos!
Juntos, construímos um amanhã MUITO MELHOR.
Esta é a forma em rede e parceria que o Ajudas.com sempre trabalha e defende!)
Aos Pais, Técnicos e Educadores...
Sou mãe de duas princesas, a Sofia e a Sara. A Sofia tem Rinite Alérgica e a Sara tem Trissomia 21 / Síndrome de Down.
Aproxima-se o Dia Internacional da Trissomia 21 / Síndrome de Down - 21 de Março, e apesar de não nos juntarmos a nenhuma comemoração oficial, até porque localmente não vai haver evento nenhum, deixo aqui mais uma partilha pessoal.
O autismo não existe! - a busca pela cura como barreira para inclusão quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
fonte: Alexandre Mapurunga
Não existe cura para autismo. Nem nos EUA, nem em lugar nenhum do mundo. Autistas, não precisam ser curados, precisam ser respeitados. O que precisamos é oferecer dignidade, habilitação e reabilitação para uma vida independente, com o máximo de autonomia possível.
Na verdade, o autismo não existe. O que se faz, na tentativa de se negar o autista que é real e que está lá, é caçar um fantasma que supostamente tomou conta das nossas crianças “normais”, o tal do autismo.
Quem existe são autistas que sofrem pela negação por parte de pais e profissionais, que não são aceitos nas escolas e que não têm instituições que os apoiem na inclusão, que pagam caro por não cumprir as expectativas de
Inclusão Social e Vida Independente: o Papel da Tecnologiasábado, 7 de novembro de 2009
fonte: Marta Gil

Se para a maioria das pessoas a tecnologia torna a vida mais fácil, para as pessoas com deficiência a tecnologia torna as coisas possíveis.- Mary P. Radabaugh.
O que significa ter “vida independente” numa sociedade produtiva e caracterizada, entre outros atributos, como a “Sociedade da Informação”? Uma das respostas possíveis a esta pergunta tão abrangente é: levar uma vida com autonomia significa poder fazer escolhas em todas as esferas da vida, desde a roupa que se quer vestir, a comida que se deseja comer, até exercer o seu papel na sociedade. Segundo a concepção actual – denominada “modelo social da deficiência”- a incapacidade não está nas pessoas, mas, sim, decorre dos obstáculos existentes nos ambientes físico e humano que as rodeiam. A sociedade pode “deficientizar” mais ou menos uma pessoa, ao promover condições de acessibilidade – ou não.
Banheira Shantalasegunda-feira, 20 de abril de 2009
fonte: ajudas.com
É frequente os bebés chorarem durante o banho nas banheiras convencionais, agitando os braços freneticamente como se tentassem agarrar ou tocar em qualquer coisa. Uma das explicações para este comportamento é que o bebé, quando desenvolve sua memória a partir do sexto mês de gestação, fica acostumado ao ambiente do útero materno: protegido, aquecido, meio aquático e escurecido.
Quando se começa a dar banho ao bebé, a água em contacto com a sua pele activa a sua memória e ele percebe que está num ambiente luminoso, pouco aquecido e que não está na posição em que ele costumava ficar (posição fetal) enquanto no útero da mãe. Assim, os bebés, na sua maioria, enrijecem os bracinhos e
MASSAGEM PARA BEBES OU TERAPIA ALTERNATIVAsegunda-feira, 20 de abril de 2009
fonte: Iara de Paula
A criança que recebe amor na infância será um adulto equilibrado, sem traumas e que transmitirá sentimentos altamente elevados para com os seres humanos e toda a natureza
Na vida intra-uterina o bebé passa por experiências de contacto íntimo e completo com a mãe, mantendo um contacto físico por 9 meses seguidos e assim criando um vínculo afectivo. Ele se sente amparado, amado, seguro. Os movimentos do corpo da mãe, bem como as contracções uterinas ainda na gestação são as primeiras massagens que se intensificam no trabalho de parto.
Ao nascer, o bebé já tem sensibilidade ao toque, respondendo aos estímulos, de forma muito natural e instintiva. Através da comunicação entre a mão da mãe
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